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'Um escândalo mundial'


Rubens Ricupero, economista e diplomata, em uma conversa com a revosta carta capital, diz que o Brasil corre o risco de perder uma parcela do prestígio político que o habilita a ser protagonista em foros internacionais. “Esses projetos de lei, se aprovados, significarão um escândalo mundial, pois vão ocorrer no pior timing possível, em um momento em que os EUA estão dispostos a mudar de orientação.”
Houve um avanço expressivo na conscientização da sociedade e no nível de institucionalização do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente. Porém, ainda à um desmatamento muito grande no Brasil, como é o caso da Amazônia.
O licenciamento ambiental seria um retrocesso muito serio para o Brasil, porém se aprimorada com mais recursos e mais meios técnicos, seria uma solução.


“É completamente irracional sustentar a ideia de que pode haver desenvolvimento contra o meio ambiente.”

A operação motosserra fala sobre um acordo que os ruralistas querem fazer com o governo. O tema, contudo, não poderia ser mais importante do que no momento atual, pois uma aliança entre os ruralistas e a ala desenvolvimentista do governo tem provocado um questionamento das regras ambientais do País. Os questionamentos às regras ambientais, que freqüentemente passam do razoável para o inominável, poderiam manchar a imagem internacional do Brasil. Os ruralistas querem aumentar sua área de plantio para suprir a demanda, que futuramente estará consumindo mais comida, mas eles querem derrubar as florestas ainda existentes no pais para no lugar da floresta eles plantarem. Mas engenheiros propõe que es vez de desmatar, O Brasil pode dobrar a sua área de cultivo sem desmatar. Podemos liberar muitas pastagens, recuperar áreas degradadas e ampliar a produtividade. Apesar disso, há quem diga que a produção brasileira cresce na esteira do desmatamento e do trabalho escravo, o que é uma distorção radical da realidade. Nesse debate a quem vai com a idéia dos ruralistas como a aqueles que concordam com a idéia de não desmatar. Nos concordamos com a idéias de aumentar a área de plantio sem o desmatamento, pois hoje o Brasil é um dos poucos que possui ainda 69% de suas florestas.

Fantasma da Crise


A prolongada crise que hoje estamos vivenciando, é um fator que está contribuindo muito para o desemprego, porem não é o único. Hoje em dia o numero de jovens a procura de um “primeiro emprego” vem se devastando cada vez mais, mesmo não tendo ainda saído dos colégios, muitos já vão de atrás para se garantir nesse meio tão concorrido que é o mercado de trabalho.
Outro fator também de mera importância, é a idade exigida pelas empresar, a grande maioria são pessoas jovens, de 20 a 40 anos, considerados em uma idade produtiva.
Com a baixa economia gerada pela crise e seu banho de duplicatas vem valor, as grandes empresas vem demitido um grande numero de operários por falta de condições de pagamentos. Juros e taxas foram baixadas pelo governo, para que fizesse com que houvessem mais compras e conseqüentemente mais movimentação no meio econômico.

O que é pró-atividade?


Um dos significados do prefixo "pró" significa antecipação, algo que acontece antes. A pessoa pró ativa está sempre se antecipando aos acontecimentos, fazendo até mesmo alguma espécie de previsão para poder atuar de uma determinada forma planejada. Logo, a pró atividade não é sair queimando pneu e agir de qualquer maneira. É necessária uma análise do contexto, identificação e seleção de alternativas e imaginação dos resultados de cada cenário. Isto leva algum tempo. Claro que nunca se tem certeza do que poderá acontecer, mas, com um bom planejamento, maximizamos as chances de sucesso.

O novo mercado de trabalho!


Com as novas tecnologias, novas profissões surgiram, e também diversas ocupações tradicionais estão sendo transformadas, substituídas e até mesmo extintas. É preciso saber se adequar à nova lei de sobrevivência do atual mercado de trabalho, que exige uma constante atualização e desenvolvimento de habilidades e competências, de modo a atender aos novos requisitos técnicos e econômicos e a aumentar os empregos. Empresas sempre existirão e elas estão aí, a procura de profissionais. Muitas vezes elas não conseguem encontrar o perfil adequado para determinado cargo ou área, e assim, são obrigadas a treinar profissionais com o perfil que elas desejam. Hoje o profissional considerado moderno deve possuir em seu perfil algumas características básicas, como a iniciativa própria, criatividade de liderança, aprendizagem contínua, boa comunicação, agilidade e flexibilidade, habilidade para lidar com pessoas, saber trabalhar em equipe ser digital estas são apenas algumas habilidades exigidas pelo mercado de trabalho atual. A pessoa que possui estas habilidades pode fazer parte de uma organização moderna. Nestas organizações os salários são medidos com base na produção e na competência particular de cada profissional e não mais em posições hierárquicas pré-definidas. Se você fizer uma análise neste novo mercado de trabalho, poderá constatar que os empregos existentes, na maioria dos casos, são considerados temporários. Alguns profissionais são consultores independentes que comercializam seus talentos sem nenhum contrato com a empresa. O novo mercado de trabalho exige que as empresas sejam cada vez mais dinâmicas, e isso está mudando completamente a relação entre empregado e empregador.

O que fazer depois do "Terceirão"?


Quando terminarmos o terceiro ano do ensino médio, gostaríamos de cursar uma faculdade que seja agradável e que se consiga entender o conteúdo, e após começar o curso, arranjar um emprego na área em que cursamos. Com o emprego aprenderemos um pouco mais, pois estaremos colocando em prática tudo o que aprendemos.
Ainda não sabemos bem ao certo o vamos fazer, mas já estamos nos preparando para o vestibular, o meio exigido para entrar na faculdade.
Quando formados, investiremos então em um negocio próprio, e não ser empregado mas sim patrão.

“Quero trabalhar na minha própria empresa. Claro que não vai ser de um dia para o outro, mas com o tempo e cautela vou fazendo os meus sonhos. Poderei cometer erros e acertos, mas o importante é tentar, não desistir do que eu quero.” - Juliano Mondardo Dal Molin, aluno do Terceiro ano Colégio de Aplicação.


Pra quem não sabe, a GM é a segunda maior montadora automobilística do mundo (após a Toyota). Sua maior sede, se encontra em Detroit, nos Estados Unidos, onde se dá a maior parte da área de negociações e meio de produções automobilísticas.

Um fator que desequilibrou a economia da empresa foi a crise econômica de 2008, sua situação já era crítica, e com a crise teve que recorrer à ajuda governamental. A GM recebeu 13,4 bilhões de dólares no final de 2008 para resolver seu problema econômico.

Em território brasileiro, se encontra algumas filiais da General Motors e é a maior subsidiária da corporação na América do Sul e a segunda maior operação fora dos Estados Unidos.

Acreditamos que a multinacional influencia na economia mundial, através de suas altas produções no meio automobilístico. Porém neste primeiro trimestre teve um prejuízo equivalente a US$ 1,1 bilhão, e isso desequilibrou sua economia.


1) O que é esta crise mundial?
Este caos que se deu na economia mundial foi devido ao pagamento de dividas com títulos de valores que não continham fundos, ou seja foi pago com duplicatas que a empresa não tinha dinheiro para cobrir.

2) O Brasil está inserido nesta crise?
Sim, porque mesmo que não tendo pago com títulos ou duplicatas sem fundos, para conseguir cobrir o caos dos outros países, as exportações não estão acontecendo, assim não esta vendendo parta ter capital de giro, ou seja, o dinheiro não esta entrando para poder comprar matéria-prima e produzir mais produtos industrializados.

3) A Bolsa de valores interfere no cotidiano?
Sim porque quando os investidores não aplicam seu dinheiro em bolsas as empresas ficam sem crédito para terem maior capital de giro.

4) Com o que nós precisamos nós preocupar agora?
O mundo tem que fazer o dinheiro girar, ou seja, o povo tem que comprar para que as empresas possam produzir e o país ter moeda forte para investir, ou seja, fazer a moeda girar.

Nosso ponto de vista:
As empresas começaram a ter menor lucro e não tiveram dinheiro para manter seus funcionários e assim teve um demissão em massa, ficando só um quantidade mínima exigida pela empresa , e assim muitos ficaram com uma renda muito baixa, e acabam consumindo menos e isso interfere no mundo inteiro.